Cheiramos a rebanho?

Jesus, ao longo do seu ministério, usou muitas imagens para falar do Reino de Deus e dele próprio. Imagens majoritariamente rurais que, mesmo que nós não tenhamos uma ligação direta com elas, conseguimos ainda alcançar o sentido de uma parábola ou de um discurso de Jesus.
No quarto domingo da Páscoa, que começamos a celebrar, aparece uma imagem de Jesus como a porta das ovelhas. Obviamente que esta imagem é para chegar a uma outra muito mais significativa, que é a do bom Pastor.
Mas quer numa imagem quer na outra, a relação é sempre a do rebanho: a porta por onde passa o rebanho, o pastor que vive e dá a vida pelas suas ovelhas.
O Papa Francisco, na recente Exortação Apostólica, pede aos pastores que “cheirem a rebanho”, e que acompanhem o rebanho que lhes foi confiado: umas vezes à frente, outras atrás e outras ainda no meio. Assim como um rebanho sem pastor fica desprotegido, assim também um pastor que não se entregue ao seu rebanho corre o risco de perder o sentido de ser pastor.
Hoje estou sentindo o cheiro do meu primeiro rebanho em Santa Cruz do Rio Pardo – cheiro de amor, amizade , companheirismo tudo de bom.
Mas todos nós somos pastores mas,

Jesus, ao longo do seu ministério, usou muitas imagens para falar do Reino de Deus e dele próprio. Imagens majoritariamente rurais que, mesmo que nós não tenhamos uma ligação direta com elas, conseguimos ainda alcançar o sentido de uma parábola ou de um discurso de Jesus.
No quarto domingo da Páscoa, que começamos a celebrar, aparece uma imagem de Jesus como a porta das ovelhas. Obviamente que esta imagem é para chegar a uma outra muito mais significativa, que é a do bom Pastor.
Mas quer numa imagem quer na outra, a relação é sempre a do rebanho: a porta por onde passa o rebanho, o pastor que vive e dá a vida pelas suas ovelhas.
O Papa Francisco, na recente Exortação Apostólica, pede aos pastores que “cheirem a rebanho”, e que acompanhem o rebanho que lhes foi confiado: umas vezes à frente, outras atrás e outras ainda no meio. Assim como um rebanho sem pastor fica desprotegido, assim também um pastor que não se entregue ao seu rebanho corre o risco de perder o sentido de ser pastor.
Hoje estou sentindo o cheiro do meu primeiro rebanho em Santa Cruz do Rio Pardo – cheiro de amor, amizade , companheirismo tudo de bom.
Mas todos nós somos pastores mas, cheiramos a rebanho? 
Foto: O cheiro a rebanho

Jesus, ao longo do seu ministério, usou muitas imagens para falar do Reino de Deus e dele próprio. Imagens majoritariamente rurais que, mesmo que nós não tenhamos uma ligação direta com elas, conseguimos ainda alcançar o sentido de uma parábola ou de um discurso de Jesus.
No quarto domingo da Páscoa, que começamos a celebrar, aparece uma imagem de Jesus como a porta das ovelhas. Obviamente que esta imagem é para chegar a uma outra muito mais significativa, que é a do bom Pastor.
Mas quer numa imagem quer na outra, a relação é sempre a do rebanho: a porta por onde passa o rebanho, o pastor que vive e dá a vida pelas suas ovelhas.
O Papa Francisco, na recente Exortação Apostólica, pede aos pastores que "cheirem a rebanho", e que acompanhem o rebanho que lhes foi confiado: umas vezes à frente, outras atrás e outras ainda no meio. Assim como um rebanho sem pastor fica desprotegido, assim também um pastor que não se entregue ao seu rebanho corre o risco de perder o sentido de ser pastor.
 Hoje estou sentindo o cheiro do meu primeiro rebanho em Santa Cruz do Rio Pardo - cheiro de amor, amizade , companheirismo tudo de bom. 
Mas todos nós somos pastores mas, cheiramos a rebanho? Bom domingo!

 Bom domingo!

Frei Bruno Miranda
fonte facebook