As datas de cada um – 5 de fevereiro de 2011

Frei Bruno Miranda, OP
Cada um de nós tem as suas datas. De boa ou má memória vamos celebrando ou só lembrando o que tornou diferente o dia que nos marcou. Os casais têm uma data que nunca esquecem, ou mal vai se a esquecem: a do casamento. Nós, padres, por comparação, temos a da nossa ordenação. Dia 05 de fevereiro de 2011 o meu 3º aniversário – de ordenação. E então, no face, escreverei sobre o seu aniversário de ordenação.
Não me levem a mal.
O que cada um sente ao lembrar esse dia é mesmo pessoal e íntimo. O que eu senti não é o que outro padre sente ou poderá sentir. Mas acho que um sentimento comum é o de ação de graças. Dar graças a Deus porque tentamos, com muitas quedas mas também com a vontade firme de ser fiel, responder ao seu chamamento. Ação de graças porque, mesmo sabendo que somos frágeis, sentimos que somos um vaso de barro que Deus modelou e que colocou lá dentro um tesouro para partilhar. Ação de graças porque somos padres não para nós, mas para os outros.
Outro sentimento, este não posso garantir que seja comum, é o de pequenez. Não se trata de pseudo-humildade. Ao olhar para o nosso percurso, reparamos que, afinal, não somos tão fortes como pensávamos tão fiéis como prometemos tão humanos na conta em que nos tínhamos. Isso não nos faz desanimar nem desistir mas sim reconhecer a exigência que é renunciar a si mesmo.
Comemoro o meu aniversário de ordenação tentando dar conta dos cargos que me deram. Umas vezes em ação de graças e outras em perdão. É assim a vida de todos, é assim também a nossa vida. Peço a Deus que meu trabalho apostólico seja fecundo e que a minha entrega seja para que o Reino de Deus cresça. E que a minha alegria e a minha pregação o ajude na salvação das almas. Ad multos annos!
As datas de cada um - 5 de fevereiro de 2011

Cada um de nós tem as suas datas. De boa ou má memória vamos celebrando ou só lembrando o que tornou diferente o dia que nos marcou. Os casais têm uma data que nunca esquecem, ou mal vai se a esquecem: a do casamento. Nós, padres, por comparação, temos a da nossa ordenação. Dia 05 de fevereiro de 2011 o meu  3º aniversário – de ordenação. E então, no face, escreverei sobre o seu aniversário de ordenação. 
Não me levem a mal.
O que cada um sente ao lembrar esse dia é mesmo pessoal e íntimo. O que eu senti não é o que outro padre sente ou poderá sentir. Mas acho que um sentimento comum é o de ação de graças. Dar graças a Deus porque tentamos, com muitas quedas mas também com a vontade firme de ser fiel, responder ao seu chamamento. Ação de graças porque, mesmo sabendo que somos frágeis, sentimos que somos um vaso de barro que Deus modelou e que colocou lá dentro um tesouro para partilhar. Ação de graças porque somos padres não para nós, mas para os outros.
Outro sentimento, este não posso garantir que seja comum, é o de pequenez. Não se trata de pseudo-humildade. Ao olhar para o nosso percurso, reparamos que, afinal, não somos tão fortes como pensávamos tão fiéis como prometemos tão humanos na conta em que nos tínhamos. Isso não nos faz desanimar nem desistir mas sim reconhecer a exigência que é renunciar a si mesmo.
Comemoro o meu aniversário de ordenação tentando dar conta dos cargos que me deram. Umas vezes em ação de graças e outras em perdão. É assim a vida de todos, é assim também a nossa vida. Peço a Deus que meu trabalho apostólico seja fecundo e que a minha entrega seja para que o Reino de Deus cresça. E que a minha alegria e a minha pregação o ajude na salvação das almas. Ad multos annos!
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